quarta-feira, 6 de junho de 2012

Poeiras..

Calçadas perdidas e perfuradas que repousam sobre Lisboa.Poeira acente sobre elas grita de desespero por uma vida nova, noutro lugar.
Descontente com o seu fado destrói a bela cidade com o seu aspecto grosseiro  e escuro, inundando os olhos de tristeza dos que por ela passam.
Esses , sim esses que lamuriam por uma vida cheia de má cor sabem lá o que sofre a poeira.
Guiam a vida pelo preto e o branco mas nem sabem que podem viver do arco iris.Perdidos , uma cambada de perdidos na monocromática realidade.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Chegar la...

A equilibrada confusão mental neste momento transporta-me para uma plenitude inquieta.Tentando alcançar uma razão que não consigo entender nem perceber. Sinto que nao tenho capacidades de lutar por coisa nenhuma e por tudo ao mesmo tempo , perdida em pensamentos e vontades o receio de algo que descobri esta a afetar me o físico e maioritariamente o psicológico.
Tento decifrar a magnitude do que esteve perante os meus olhos.
A ansiedade de querer enriquecer o meu ser com informação esta a limitar os limiares da percepção


cat.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

equilibrio

equilibro, palavra perfeita para suportar tudo aquilo que nos rodeia.
A vista para o "mar" que todos os dias olho nao e agradavel , mas mesmo assim nao deixo de visualizar, nao me perco por leviandades, deixo que num dos dias que o olhe com mais atençao consiga encontrar alguma paixao e algum paraiso.Tudo resolvido com a amante do tempo ,a dita paciência.Muitas vezes julgada como rebelde ou inoportuna mas acredito que sem ela nao teria nem metade das coisas que me sao oferecidas no dia a dia por mais pequenas que sejam.
O crescimento ira surgir sem rebeldia e e pouca delicadeza, ira caminhar sobre pilares que lhe iram surgindo ao longo do percurso natural, e cada vez sera mais leve leva-lo comigo as costas.
Com isto digo : IREI DITAR OS MEUS DIAS!

cat.

domingo, 6 de março de 2011

A crença não optida

Varrida... Fui varrida.
Julgamento feito pela conclusão dos actos.Surgiu de forma inoportuna e pouco clara.
Parar por 5 min e o botão OFF é precionado.
Deixar que tudo o que engloba não é premitido, tudo o que permanece imovel será sempre imovel.
Palavras sábias retiradas do imaginário racional do ser humano, retorquir pensamentos inevitaveis.
Partindo do principio que nos tornamos seres sensoriais e adoptamos particularidades vindas da objecção.

Cat

quinta-feira, 3 de março de 2011

Calculos Inversos


Viajando no leito da vida vou bebendo , degustando e engolindo...
Perdida nos sonhos que tanto me fazem perder tempo a mim e ao outros, eles preseguem me, não consigo evitar.
Desejando que isto acabe e comece e continue, prossiga ,ande, percorra ,caminhe(quantos $#"%&*?!%# forem precisos).
Assoberbada me sinto com todas as coisas que me ocorrem, quero tudo agora.
Rebaixas que me mantem presa , que me mantem fria.
Coraçao de pedra escuta... coraçao de manteiga demonstra.
A fusão é criada a partir de um ser e tera que ser regida por outro.
Calma , o estado de ansiadade é tal que te fura os ouvidos.
Grita, o estado de calma que assusta.
Ama, o estado de alma que...

cat

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Copo de Vinho!


Vagueando no vasto planeta onde permaneço , tropeço nas pedras cheias de graciosidade .Partilhando comigo a sua frieza pacífica e pouco mordaz.
Dando um trago no vinho da consciência ,aguardo que continue a viver tudo o que pode sem deixar que uma gota seja derramada em vão.
Pedindo que leviandades me levem em tom racional, anseio a escassa chegada que se aproxima não perdendo o (des) espero.
Entre correntes do submundo virando a minha paisagem do avesso ,descubro o contágio da sobrevivência que do nada surge gritando aos 4 ventos.
Isto subresaiu na minha planicie altruista.

Merda de cabeça que tenho.

C.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Destinatário


De : Catarina Matos


Para: Tu que pretendes ler-me


Leves sao aqueles que vejo passar
poucos sao os que vejo ficar,
Termendo a terra com o seu espelndor
iremos todos cair no precipio do Verdadeiro sentimento
a Felicidade.

Perdendo teempo com falsas moralidades
Trazendo a opressao sobre aquilo que
nos e mais nobre .
Correndo contra a mare que nos separa
entre o "proibido" e o "possivel"
deixo escapar propositadamente
grandes risos de ventura por existir.

Ocorrendo penetraçoes sintilantes
de como é devido viver entre tudo o
que nos e oferecido e tudo o que nos
e retirado, consigo ainda ter largos rasgos
de boas vibraçoes vindas de seres improvaveis

afinal mundo nem es assim tao ingrato..

C.